Fábula: os Dedos coloridos estão na revista impressa - edição de Dezembro da Revista Atlântico. Página inteira, sei lá quantas cores, papel de alta qualidade...um luxo!
Pode ser que um dia destes comecem a aparecer por aqui a cores. Mas, por enquanto, a cores, só os da imprensa.
Novidade em primeira mão: Na próxima segunda-feira, dia 4.12, vou publicar o DEDO Nº 100! Vai haver mega-festa, com croquete e bubida à discrição. O traje é a rigor, black tie para os cavalheiros. Está convidada!
Abraços d' Os Dedos "Hoje um nome, amanhã uma lenda, quiçá um mito"!
a TLEBS está agora em discussão... depois de ter saído em DR na véspera de Natal de 2004. lamentável q a academia literária só agora tenha percebido q a academia linguística se adiantou... :-)
Pudin: o problema é que este não pode ser um problema de academias. Nem de capelinhas. É sério demais para isso. Nada tenho a opôr à nova TL. Tenho, porém, tudo a opôr quanto juntam o EBS ao TL. É aqui que a coisa começa a patinar. EBS significa Ensino Básico e Secundário. Ou seja, as nossas crianças. Sou a favor da TL, sou contra TLEBS e os moldes em que foi imposta às escolas. É claro?
Entendo que uma coisa é o Português, outra a Língua Portuguesa e outra ainda a Linguistica Portuguesa. Significam tempos de aprendizagem diferentes e capacidades de apreensão diferentes. O que está a acontecer é que se está a atirar tudo para dentro do mesmo saco.
Para já não falar no carácter experimental da coisa. Todas as definições que estão a ser transmitidas têm carácter provisório. Está-se num work in progress, numa tentativa de validação de resultados à custa de uma amostra que não se pode esquivar à experiência. Se nós não enviarmos as crianças para a escola, temos a polícia à perna. Uma destas nem no tempo do PREC.
Mas, no fundo, no fundo, o que não admito é que o Estado leve a cabo experiências em crianças, por muita bondade que haja nas intenções. Experimentem onde quiserem. Não em crianças.
Se toda a gente é contra as experiências em animais, eu sou contra as experiências em crianças.
10 comentários:
Vejamos,
-2D=100D » -D=100D/2 » -D=50D » -D/D=50 » -1=50 ( não devo tar a resolver bem a equação)
será que 100D = sem dedos (não pode. Também há aqui engano)
Estou assustado.
Há já sei, há dd e DD
Resta-me esperar pra ver
ei! ouvi dizer q hj o post é colorido... onde está? ;)
Fábula: os Dedos coloridos estão na revista impressa - edição de Dezembro da Revista Atlântico. Página inteira, sei lá quantas cores, papel de alta qualidade...um luxo!
Pode ser que um dia destes comecem a aparecer por aqui a cores. Mas, por enquanto, a cores, só os da imprensa.
Novidade em primeira mão: Na próxima segunda-feira, dia 4.12, vou publicar o DEDO Nº 100! Vai haver mega-festa, com croquete e bubida à discrição. O traje é a rigor, black tie para os cavalheiros. Está convidada!
Abraços d'
Os Dedos
"Hoje um nome, amanhã uma lenda, quiçá um mito"!
:D
para mim 2+2 sempre foram 17, não sei porquê.
Gosto deste humor!
a TLEBS está agora em discussão... depois de ter saído em DR na véspera de Natal de 2004. lamentável q a academia literária só agora tenha percebido q a academia linguística se adiantou... :-)
Pudin: o problema é que este não pode ser um problema de academias. Nem de capelinhas. É sério demais para isso.
Nada tenho a opôr à nova TL. Tenho, porém, tudo a opôr quanto juntam o EBS ao TL. É aqui que a coisa começa a patinar. EBS significa Ensino Básico e Secundário. Ou seja, as nossas crianças. Sou a favor da TL, sou contra TLEBS e os moldes em que foi imposta às escolas. É claro?
Entendo que uma coisa é o Português, outra a Língua Portuguesa e outra ainda a Linguistica Portuguesa. Significam tempos de aprendizagem diferentes e capacidades de apreensão diferentes. O que está a acontecer é que se está a atirar tudo para dentro do mesmo saco.
Para já não falar no carácter experimental da coisa. Todas as definições que estão a ser transmitidas têm carácter provisório. Está-se num work in progress, numa tentativa de validação de resultados à custa de uma amostra que não se pode esquivar à experiência. Se nós não enviarmos as crianças para a escola, temos a polícia à perna. Uma destas nem no tempo do PREC.
Mas, no fundo, no fundo, o que não admito é que o Estado leve a cabo experiências em crianças, por muita bondade que haja nas intenções. Experimentem onde quiserem. Não em crianças.
Se toda a gente é contra as experiências em animais, eu sou contra as experiências em crianças.
jn...
mto do q dizes subscrevo.
o meu comentário é muito consciente. trabalho com a questão desde a véspera de natal de 2004.
bom fds. :-)
pudin, e se trocassemos uns e-mail's sobre isto, hein? O meu está na coluna da direita. Aguardo.
deal.
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